Tudo é uma questão de perspectiva.
Uma breve história...
…VIII – A
cerimônia de final de curso se realizava junto com outras escolas, num grande
festival com desfiles de multidões da Juventude Hitlerista, que culminavam no
Estádio de Berlim. Ali a alta cúpula do Terceiro Reich, encabeçada pelo Führer,
estabelecia um contato direto com a Juventude por meio de discursos e
proclamas.
Meu pai veio do
Egito especialmente para assistir a graduação, sendo convidado por Rudolph Hess
para ir a uma festa celebrada esta noite na Chancelaria. Seria esta, a meu ver,
a oportunidade esperada para esclarecer muitas incógnitas.
Às 10 em ponto
da noite subimos as escadas de mármore da Wilhemstrasse 77. Meu pai,
elegantemente vestido, e eu, com o uniforme das Hitlerjungen, não destoávamos
entre os numerosos convidados que já chegavam ao Grande Salão da Águia,
formando burburinhos rumorosos de vozes e risos. Atravessamos o salão em
direção ao gigantesco interior de mármore entalhado, buscando a Rudolph Hess,
enquanto sobre nossas cabeças um candelabro de dimensões colossais derramava
torrentes de luzes, suavemente A-mortizada por milhares de pingentes de cristal
Baccarat.
Nunca havia visto tanta gente distinta e importante juntas. Estavam
ali todos os líderes da Nova Alemanha: Dr. Goebbels, Mariscal Goering,
Reichführer Himmler, Julius Streicher,… Em um canto separado distinguimos um
grupo formado por Rosenberg, Rudolph Hess e Adolf Hitler. Meu pai, temendo
interromper uma conversa reservada, me indicou que aguardássemos a uns passos
de distancia, enquanto bebíamos uma taça de champagne que solícitos garçons nos
haviam servido.
Logo Rudolph
Hess reparou em nós e depois de trocar uma palavra com o Führer, aproximou-se
sorridente:
- Como estão
Reynald, Kurt? – disse – Venham, que lhes apresentarei ao Führer.
Era a primeira vez que me aproximaria de Adolf Hitler, honra pouco
freqüente para um estudante estrangeiro, e ainda que viesse preparado, sabendo
que o Führer estaria na festa, não me havia ocorrido que seríamos apresentados.
- Adolf, o Barão
Reynald Von Sübermann – disse Rudolph.
O Führer saudou
meu pai dando-lhe a mão efusivamente, sem pronunciar palavra.
- Mein patekind
Kurt Von Sübermann - continuou Rudolph –recentemente regressado de NAPOLA,
piloto e soldado poliglota, futuro OSTENFÜHRER das WAFFEN - SS.
Não pude evitar
corar-me pela elogiosa apresentação de meu taufpate Hess.
O Führer estendeu
a mão enquanto me cravava um olhar gelado nos olhos. Senti uma corrente
elétrica que corria pela coluna vértebra,l ao mesmo tempo uma espécie de vazio
estomacal quase na altura do umbigo. Foi uma sensação de um instante, mas de um
efeito terrível.
Aquele olhar e o
contato com a mão do Führer tiveram um efeito como de um agente ácido num cubo
de gelo, descompondo e dissolvendo meu estado de ânimo. Foi um instante,
repito, um só instante no qual me senti explorado por dentro.
Já refeito,
observei com surpresa que - algo inusitado nele - um sorriso enigmático se
debruçava no rosto do Führer.
- Do Egito, é? –
disse Hitler – Adoro o Egito, terra maravilhosa que fascinou a Napoleão e que
produziu um camarada valoroso como Rudolph.
Rosenberg, que a
tudo isso já havia sido apresentado, observava a cena com expressão divertida.
- Ao vê-lo,
jovem Kurt – continuou Hitler – verifico que não é mera causalidade de Rudolph.
Egito é realmente um “Centro de Força Espiritual”; o enigma da Esfinge ainda
está em vigência. Vocês são a prova – nos tomou, a Rudolph Hess e a mim, um em
cada braço - de que uma Ordem Superior guia o destino da Alemanha. Dos
germano-egípcios, que tem respirado os eflúvios gnósticos de Alexandria e do
Cairo, conduzidos pelos Superiores Desconhecidos até aqui para pôr vossa grande
capacidade espiritual a serviço da causa Nacional Socialista.
Ao vê-los -
seguiu dizendo o Führer - compreendo o sagrado que é a tarefa que temos tomado
sobre nossos ombros ao fundar o Reich de Mil Anos. Nossa causa não é somente o
melhor ideal pelo qual pode viver ou morrer um germano, é também a causa da
liberdade da humanidade, da luta por salvar o mundo das forças obscuras, do
combate final contra os elementalwesen (seres elementais demoníacos)...
Rosenberg e meu
pai assentiam com a cabeça a cada afirmação do Führer, que continuava vertendo
conceitos místicos sem permitir que nada interrompesse seu monólogo. Distraí-me
pensando no estranho poder que havia experimentado ao Führer. Uma poderosa
Força emanava de Hitler, não sabia se voluntária ou espontaneamente, e me
perguntava se este carisma não havia sido adquirido por meio de alguma técnica
secreta, de algum conhecimento oculto ao que uns poucos privilegiados tinham
acesso.
- .....então,
diga-me jovem Kurt, quem são definitivamente os inimigos da Alemanha? Contra
que combatemos? – perguntava Hitler dirigindo-se a mim.
Reagi ante a
inesperada pergunta com o desespero de haver me distraído de uma parte da
conversa. Três pares de olhos, de Rosenberg, Hess e de meu pai estavam postos
em mim esperando a resposta. No entanto o que havia conseguido escutar era
suficiente para mim, pois a resposta brotou do fundo de meu inconsciente.
- O inimigo é um
só – disse categoricamente – é JEHOVÁ-SATANÁS. Contestei intuitivamente, e de
maneira tão firme que não cabiam retificações. Vi meu pai, que ficou
instantaneamente lívido, e aos outros, e vi a surpresa retratada em todos os
rostos.
- Muito bem,
jovem Kurt, muito bem - dizia Hitler com uma expressão de intensa alegria –
Você deu a melhor resposta. Poderia ter identificado como nossos mais terríveis
inimigos a judaico-maçonaria, o judaico-marxismo, ao sionismo, etc. Mas estes
nomes somente representam aspectos diferentes de uma mesma realidade,
diferentes faces de um mesmo e feroz inimigo: YAHWEH-SATANÁS, o Demiurgo deste
mundo. Somente um iniciado, um iluminado como você ou Rudolph poderiam dar uma
resposta tão precisa. Não é verdade, Alfred?
Rosenberg sorria
complacente.
- O felicito,
jovem Von Sübermann - disse Alfred Rosenberg- você é uma pessoa de claros
conceitos!
Evidente que eu
estava completamente aturdido pelo que havia ocorrido. De improviso nessa
reunião com aquelas notáveis pessoas, descobrira que possuía como uma “Voz
Interior”, um órgão misterioso que me permitia “escutar” as respostas a
perguntas formuladas concretamente. E estas respostas eram corretas! Nunca
havia experimentado algo assim e somente poderia relacionar esta súbita
iluminação à presença do Führer. E que com seu estranho magnetismo me havia
“despertado” o “ouvido interior”.
Adolf Hitler
voltou a tomar a palavra:
-"Pessoas
não compenetradas na FILOSOFIA OCULTA do nacional socialismo, comentem erros
grosseiros ao julgar muitas de nossas afirmações, crendo ver na mesma
superficialidade estúpida, quando geralmente se tratam de idéias sintéticas,
SLOGANS, extraídos de profundos sistemas de pensamento. Por exemplo, diante a
afirmação do jovem Kurt de que “o inimigo é Jehová-Satanás”, que é uma idéia
sintética de profundo conteúdo filosófico, muitas mentes ignorantes se veriam
tentada a supor que tal conceito foi arrancado de um grosseiro anti-semitismo.
Alegariam argumentos elementais como:
- “Jehová” é o Deus de Israel, um Deus de raça, um entre tantos deuses étnicos; é, pois exagero tomá-lo por único Deus ou Demiurgo (objeção, esta sim, anti-semita). Ou este outro: - Jehová é o Deus de Israel, mas, por seu caráter monoteísta, é o único Deus, então por que o identificá-lo como o Demiurgo? È por uma crença herética do tipo GNÓSTICA? (interrogam os que crêem que ser “cristãos” implica a adoração de Jehová e que rejeitá-lo significa “heresia anticristã”).
Outro argumento banal é: - Se temos de rejeitar ao Demiurgo considerando sua obra material como essencialmente “má”, por que identificá-lo somente com o Jehová judeu, havendo centenas de denominações alternativas na mitologia etnológica e em panteões religiosos de todos os povos da terra? (Pergunta que somente pode fazer quem ignora totalmente o que significa Israel na História do Ocidente e qual é o segredo da dinâmica racial judia).
- “Jehová” é o Deus de Israel, um Deus de raça, um entre tantos deuses étnicos; é, pois exagero tomá-lo por único Deus ou Demiurgo (objeção, esta sim, anti-semita). Ou este outro: - Jehová é o Deus de Israel, mas, por seu caráter monoteísta, é o único Deus, então por que o identificá-lo como o Demiurgo? È por uma crença herética do tipo GNÓSTICA? (interrogam os que crêem que ser “cristãos” implica a adoração de Jehová e que rejeitá-lo significa “heresia anticristã”).
Outro argumento banal é: - Se temos de rejeitar ao Demiurgo considerando sua obra material como essencialmente “má”, por que identificá-lo somente com o Jehová judeu, havendo centenas de denominações alternativas na mitologia etnológica e em panteões religiosos de todos os povos da terra? (Pergunta que somente pode fazer quem ignora totalmente o que significa Israel na História do Ocidente e qual é o segredo da dinâmica racial judia).
Objeções como
essas, oporiam nossos críticos ao ouvir falar de Jehová-Sanatás como “o inimigo
contra o qual combatemos” e, por conseguinte, lhes surpreenderia a palavra
“satanás” associada à Jehová, questão que, sem dúvida, lhes arrancaria irônicas
conclusões.
Pois bem, tais
argumentos repousam em uma circunstância comum: a ignorância de quem as
formulam! Claro que nós SABEMOS que o Demiurgo recebeu outros nomes ao largo da
História. Mas se escolhemos, entre ele, o de Jehová é porque se trata do ÚLTIMO
NOME com o qual ele se autodenominou. E com tal nome o chama ainda seu “povo eleito”,
Israel, o qual não é outra coisa que um desdobramento psíquico do mesmo
Jehová-Satanás”.
Estas palavras
do Führer me surpreenderam vivamente por suas implicações metafísicas. Os
judeus não constituíam uma raça como as demais, composta por INDIVÍDUOS?... era
uma teoria
perturbadora que acabara de ouvir.
-“Surpreso,
jovem Kurt?” – perguntou o Führer que sem dúvida percebeu de imediato minha
perturbação. Mas não me deu tempo de responder e continuou sua explicação:
- “Pois ainda
não ouviu nada. Israel é um “chakra” da Terra, uma manifestação psíquica
COLETIVA do Demiurgo Jehová e por isso nós afirmamos que o judeu NÃO EXISTE
como indivíduo; que não é um homem como o resto que compõe o gênero humano.
Mas a
manifestação de Jehová em uma raça eleita é um sucesso mais ou menos recente,
de poucos milhares de anos, e a Ordenação da Matéria ou “criação” data de
milhões de anos atrás. Por isso, pela “novidade” que representa o nome Jehová
comparado com outros nomes do Demiurgo, que empregavam povos mais antigos e
culturalmente mais importantes na História, e pela antiguidade geológica do
Universo, é que parece EXCESSIVO designar o nome “Jehová” a um Deus cósmico.
Mas trata-se somente de uma aparência.
Aqui há que se imaginar um Demiurgo Primordial ao que podemos comodamente denominar O UNO, tal como faziam os estóicos. Este é quem ordena o caos e se difunde panteísticamente em todo o Universo (é também o Brahma hindu ou o Alá árabe, etc., tomadas estas denominações em sua acepção religiosa exotérica).
Aqui há que se imaginar um Demiurgo Primordial ao que podemos comodamente denominar O UNO, tal como faziam os estóicos. Este é quem ordena o caos e se difunde panteísticamente em todo o Universo (é também o Brahma hindu ou o Alá árabe, etc., tomadas estas denominações em sua acepção religiosa exotérica).
Mas o Plano
Cósmico de alguma maneira que chamamos a IDÉIA DO UNIVERSO MATERIAL se assenta
no SONHO do Demiurgo, um estado de quietude que, sem dúvida, dinamiza o cosmo,
como o “Deus motor imóvel” de Aristóteles nesse Grande Dia de Manifestação que
se denomina também, Grande Manvantara. Mas para que tudo “funcione” sem que se
requeira a intervenção do Uno, “que DORME enquanto tudo vive NELE”, é
necessário dispor de um “sistema automático de correção”. Este é o papel que
cumprem as chamadas HIERARQUIAS CÓSMICAS, miríades de “entidades conscientes”
EMANADAS pelo Uno para que mantenham o impulso dado ao Universo e levem adiante
Seu Plano. O primeiro passo da “emanação” são as MÔNADAS, átomos arquetípicos
que fundamentam toda a estrutura cósmica e fazem às vezes de MATRIZ do Plano do
Uno.
Estas
"entidades conscientes", anjos, devas, logos galácticos, espíritos
planetários, etc., NÃO SÃO SERES INDIVIDUAIS senão que formam parte do mesmo
Uno e possuem mera APARÊNCIA DE EXISTIR devido aos graus de liberdade de que
estão dotados durante o manvantara.
O recurso para lograr tal ilusão é a extrema mecanicidade da realidade material fundadas em LEIS EVOLUTIVAS, que mantém o movimento progressivo da matéria e a energia na exata consecução do Plano do Uno.
O recurso para lograr tal ilusão é a extrema mecanicidade da realidade material fundadas em LEIS EVOLUTIVAS, que mantém o movimento progressivo da matéria e a energia na exata consecução do Plano do Uno.
Tais leis
evolutivas são CONSERVADAS pelas “entidades conscientes”, já mencionadas, e
DIRIGIDAS NO SENTIDO DO PLANO. Assim podemos distinguir, por exemplo, o “logo
solar”, ou seja, “entidades conscientes” capazes de “criar” um sistema solar
segundo o Plano do Uno, mas que na realidade são DESDOBRAMENTOS TEMPORAIS do
Uno.
O mesmo se pode dizer do “logos galáctico” ou “espíritos planetários” e até dos simples anjos ou devas: nenhum deles existe como tal, ainda que “evoluam” sujeitos às leis universais. O importante aqui é compreender que todo espetáculo grandioso que estamos recriando é PURA ILUSÃO, uma concepção metapsíquica de características universais idealizadas pelo Uno para sua íntima contemplação.
Porque na verdade todo “o existente” desaparece finalmente, quando sobrevirá o Grande Prayala, a Noite de Brahma, em que tudo se confunde novamente nEle, logo de uma monstruosa fagocitação.
O mesmo se pode dizer do “logos galáctico” ou “espíritos planetários” e até dos simples anjos ou devas: nenhum deles existe como tal, ainda que “evoluam” sujeitos às leis universais. O importante aqui é compreender que todo espetáculo grandioso que estamos recriando é PURA ILUSÃO, uma concepção metapsíquica de características universais idealizadas pelo Uno para sua íntima contemplação.
Porque na verdade todo “o existente” desaparece finalmente, quando sobrevirá o Grande Prayala, a Noite de Brahma, em que tudo se confunde novamente nEle, logo de uma monstruosa fagocitação.
Mas dissemos que
o Universo é regido por leis evolutivas. Tais leis, que determinam o universo
material, de acordo a uma verdadeira “arquitetura celeste”, como bem dizem os
satânicos maçons, promovem a existência de distintos graus de espaço ou “céus”
em que está constituída a realidade.
Assim com há vários “céus” (cinco?..., sete?..., nove?...) há “reinos da natureza (três?..., cinco?... sete?...) ou “planetas” ( cinco?..., sete?..., nove?..., doze?...) ou “raças raízes” (três?..., cinco?..., sete?..). Estes aspectos enganosos formam parte do Plano do Uno e os demônios, encarregados de levar adiante tal Plano, conformam uma ORDEM HIERÁRQUICA PRECISA, baseada na famosa “lei de evolução” que rege os céus – todos os CÉUS, desde os atômicos, químicos ou biológicos até os cósmicos - nos que “evoluem” cada mônada segundo os arquétipos de cada céu. É a famosa “lei da causa e efeito” que ensina a Sinarquia e que as religiões védicas da Índia chamam de Karma e Dhrama, mas que convém sintetizar como “lei da evolução”. Esta lei DIRIGE o caminho da mônada de “ida e volta”, a qual toma vários “corpos” em distintos céus aos que descem para “evoluírem”.
Tal “caminho” pode ser representado como a serpente que morde a própria cauda ou “ourobourus”. Por isso que jamais se alcança a famosa INDIVIDUAÇÃO MONÁDICA, pois isso significaria uma autêntica mutilação da substância do Uno e antes que tal coisa aconteça, já estará todo o Universo em Seu Santo Bucho”.
Assim com há vários “céus” (cinco?..., sete?..., nove?...) há “reinos da natureza (três?..., cinco?... sete?...) ou “planetas” ( cinco?..., sete?..., nove?..., doze?...) ou “raças raízes” (três?..., cinco?..., sete?..). Estes aspectos enganosos formam parte do Plano do Uno e os demônios, encarregados de levar adiante tal Plano, conformam uma ORDEM HIERÁRQUICA PRECISA, baseada na famosa “lei de evolução” que rege os céus – todos os CÉUS, desde os atômicos, químicos ou biológicos até os cósmicos - nos que “evoluem” cada mônada segundo os arquétipos de cada céu. É a famosa “lei da causa e efeito” que ensina a Sinarquia e que as religiões védicas da Índia chamam de Karma e Dhrama, mas que convém sintetizar como “lei da evolução”. Esta lei DIRIGE o caminho da mônada de “ida e volta”, a qual toma vários “corpos” em distintos céus aos que descem para “evoluírem”.
Tal “caminho” pode ser representado como a serpente que morde a própria cauda ou “ourobourus”. Por isso que jamais se alcança a famosa INDIVIDUAÇÃO MONÁDICA, pois isso significaria uma autêntica mutilação da substância do Uno e antes que tal coisa aconteça, já estará todo o Universo em Seu Santo Bucho”.
Eu me debatia interiormente frente a sentimentos desencontrados. Por
uma parte me horrorizava a teoria que ouvia, já conhecida por havê-la estudado
em Napola, mas dotada agora de um impressionante sentido de realidade ao ser
exposto veementemente com a eloqüência irresistível do Führer.
E por outra parte me sentia pleno pela honra de receber dos lábios de Hitler, uma explicação pessoal, terrivelmente extensa e curiosamente fora de lugar em uma festa mundana da Chancelaria. De qualquer maneira minha atitude exterior era de atenção respeitosa a cada uma de suas palavras, pois não queria votar a me distrair.
E por outra parte me sentia pleno pela honra de receber dos lábios de Hitler, uma explicação pessoal, terrivelmente extensa e curiosamente fora de lugar em uma festa mundana da Chancelaria. De qualquer maneira minha atitude exterior era de atenção respeitosa a cada uma de suas palavras, pois não queria votar a me distrair.
- “Suponho que
já conheça essa teoria teosófica que a Sinarquia ensina em suas seitas
maçônicas ou rosacruzes, e que se sinta ESPANTADO frente a uma concepção
determinista em que não há um lugar PREVISTO para a existência individual
ETERNA, ou seja, além dos prayalas e manvantaras. E justamente esse espanto,
esse grito de rebelião que você DEVE PERCEBER brotando de seu sangue puro,
constitui uma exceção a todas as regras da mecânica determinista do Uno, porque
fala de OUTRA REALIDADE alheia a seu universo material.
Como pode ser isso se temos dito que tudo quanto existe no cosmo, tem sido pensado e feito por Ele, de acordo com seu Plano e por intermédio de suas hierarquias cósmicas e planetárias? Pois bem jovem Kurt, o direi brevemente: porque uma parte da humanidade, a qual nós pertencemos, possui um elemento que NÃO PERTENCE À ORDEM MATERIAL e que não pode ser determinado pela Lei de Evolução do Demiurgo. Esse elemento se chama Espírito ou Vril, se encontra presente em ALGUNS HOMENS como POSSIBILIDADE DE ETERNIDADE. Sabemos dele pela MEMÓRIA DE SANGUE, mas se não formos capazes de nos libertarmos dos laços que nos atam na ilusória realidade do Demiurgo e retomarmos o caminho de retorno à Origem, não EXISTIREMOS realmente como indivíduos eternos. Você poderá me perguntar como numa Ordem Fechada como estas que têm descrito podem coexistir ELEMENTOS ESPIRITUAIS alienados a ele e porque, se não podem ser determinados pelas leis da matéria e da energia, permanecem sujeitos ao Universo do Uno.
Este é um grande mistério. Mas você pode considerar como hipótese que, por UMA RAZÃO QUE IGNORAMOS, mas podemos supor ser UMA ORDEM de um Ser infinitamente superior ao Demiurgo, ou UMA NEGLIGÊNCIA incompreensível, ou UM ENGANO colossal, alguma vez tenham ingressado ao Universo material, uma miríade de seres pertencentes a uma raça espiritual que chamamos HIPERBÓREA.
Como pode ser isso se temos dito que tudo quanto existe no cosmo, tem sido pensado e feito por Ele, de acordo com seu Plano e por intermédio de suas hierarquias cósmicas e planetárias? Pois bem jovem Kurt, o direi brevemente: porque uma parte da humanidade, a qual nós pertencemos, possui um elemento que NÃO PERTENCE À ORDEM MATERIAL e que não pode ser determinado pela Lei de Evolução do Demiurgo. Esse elemento se chama Espírito ou Vril, se encontra presente em ALGUNS HOMENS como POSSIBILIDADE DE ETERNIDADE. Sabemos dele pela MEMÓRIA DE SANGUE, mas se não formos capazes de nos libertarmos dos laços que nos atam na ilusória realidade do Demiurgo e retomarmos o caminho de retorno à Origem, não EXISTIREMOS realmente como indivíduos eternos. Você poderá me perguntar como numa Ordem Fechada como estas que têm descrito podem coexistir ELEMENTOS ESPIRITUAIS alienados a ele e porque, se não podem ser determinados pelas leis da matéria e da energia, permanecem sujeitos ao Universo do Uno.
Este é um grande mistério. Mas você pode considerar como hipótese que, por UMA RAZÃO QUE IGNORAMOS, mas podemos supor ser UMA ORDEM de um Ser infinitamente superior ao Demiurgo, ou UMA NEGLIGÊNCIA incompreensível, ou UM ENGANO colossal, alguma vez tenham ingressado ao Universo material, uma miríade de seres pertencentes a uma raça espiritual que chamamos HIPERBÓREA.
Suponhamos que
tais seres penetraram no sistema solar por uma “porta” aberta em outro planeta,
por exemplo, Vênus, e que já aqui, a mercê de um ardil, uma parte de seus Guias
Hiperbóreos os tivessem aprisionado à lei da evolução. Este aprisionamento, já
o dissemos, NÃO PODE SER REAL mas, sem dúvida, os Guias Traidores tratam de
CONFUNDIR aos espíritos imortais escorando-os à matéria.
Para que tudo isso? Outro mistério. Mas o certo, o efetivo é que, a partir da chegada de tais Guias ao sistema solar, se opera uma mutação coletiva EM TODA GALÁXIA que MODIFICA o Plano do Uno. Esta modificação está edificada na Traição dos Guias e na queda dos seres imortais. Para que você veja claramente, jovem Kurt, lhe direi que aqui, na Terra, existia um ser humano primitivo que “evoluía” seguindo as leis das “cadeias planetárias” e dos “reinos da natureza”.
Para que tudo isso? Outro mistério. Mas o certo, o efetivo é que, a partir da chegada de tais Guias ao sistema solar, se opera uma mutação coletiva EM TODA GALÁXIA que MODIFICA o Plano do Uno. Esta modificação está edificada na Traição dos Guias e na queda dos seres imortais. Para que você veja claramente, jovem Kurt, lhe direi que aqui, na Terra, existia um ser humano primitivo que “evoluía” seguindo as leis das “cadeias planetárias” e dos “reinos da natureza”.
Esta evolução
era lentíssima e perseguia a adaptação final a um arquétipo racial
absolutamente animal, dotado de uma mente racional, estruturada logicamente
pelas funções cerebrais e possuidor de uma “alma” conformada por energia de
outros planos materiais mais sutis. Este “homem” é o que encontraram, ainda em
uma etapa primitiva de seu desenvolvimento, Os Guias Traidores ao chegar à
Terra há milhões de anos. Então, mediante um engenhoso sistema chamado Chang
Shambala que você terá a oportunidade de estudar em nossa Ordem, eles decidiram
modificar a raça humana, aprisionando os espíritos imortais aos seres humanos
ilusórios e materiais da Terra.
A partir desse
momento existem três classes de homem, os animais-homens primitivos ou PASÚ, os
semi-divinos ou VIRYAS a quem lhes endossou um Espírito e os Divinos
Hiperbóreos ou Siddhas, que são todos aqueles que lograram RETORNAR À ORIGEM e
escapar do Grande Engano. Também são conhecidos por Siddhas Leais uma parte dos
Guias, aqueles que NÃO TRAÍRAM e que, encabeçados por Cristo-Lúcifer, intentam
SALVAR aos viryas mediante a redenção hiperbórea do sangue puro, que consiste
em despertar a memória primogênita da própria divindade perdida. Estes são os
Senhores de Agartha... Mas nos afastamos um pouco de nosso tema principal que
versava sobre Jehová-Satanás, o inimigo contra o qual combatemos para ganhar o
direito de regressas à Origem Dourada. Prontamente se fará clara esta questão,
jovem Kurt, pois você lembra que o Uno delegava em certas “entidades
conscientes” a excussão de Seu Plano, podendo agora agregar que o sistema solar
tem sido construído por uma de tais “consciências” que chamamos de Logos Solar,
secundada por Devas de menor hierarquia que OCUPAM determinados postos na
mecânica do sistema. Na Terra, uma “entidade planetária” infundia vida ao
planeta e impulsionava a “evolução” dos reinos da natureza de acordo ao Plano
Solar, inserido no Plano Cósmico do Uno. Evidentemente, trata-se de emanações
do Uno enlaçadas hierarquicamente: o Uno → Logos Galáctico → Logos Solar → anjo planetário → alma coletiva
ou grupal, etc. – Quem é o Deus aqui? Segundo o nível de consciência e as
pautas culturais e religiosas dos homens, podem ser qualquer uma de tais
“entidades conscientes”, mas sempre se trata do Uno. Se dissermos que Deus é o
Sol ou se concebermos um Deus “criador” de todo o Universo, estamos falando do
Uno. Igualmente se cremos que Deus é a “natureza” ou a “via Láctea” ou a Terra.
As diferentes cosmologias gnosiológicas que se apresentam aos homens em suas
distintas etapas de “evolução” para conceber o mundo, não invalidam o fato de
que sempre se alude indiretamente ao Uno quando se fala de Deus.
Mas regressemos
à Terra. Quando os Guias Traidores chegam à Terra se instalam em um “centro” ao
qual denominam Shambala, ou Deyung, e fundam o que se denomina Grande
Fraternidade Branca ou Hierarquia Oculta da Terra. Não é um lugar localizável
fisicamente sobre a superfície terrestre, questão sobre a qual você deverá
aprender mais adiante, senão que se ache situado em uma dobra topológica do
espaço. Mas o que interessa aqui é destacar que o chefe dos Guias Traidores se
auto intitula Rei do Mundo, passando a ocupar o lugar de um dos doze Kumaras do
sistema solar. O que é um Kumara? Um anjo planetário, uma dessas “entidades
conscientes” aprisionadas pelo Uno que conformam a “idéia de um planeta”. É
aqui que se deve localizar a chave do nome Jehová e de sua “raça eleita”.
Porque o espírito planetário se chamava Kumat Sanat, quem logo da constituição
de Shambala e da vinda do Rei do Mundo, decide atuar como REGENTE do Uno na
execução de seu Plano, agora modificado.
Para isso se encarna, em nome do Uno, em uma “raça eleita” para reinar sobre os espíritos hiperbóreos escravizados Essa é a raça hebréia. A saber, por um lado temos a Hierarquia Oculta de Chang Shambala, com seus demônios: os Guias Traidores e seu chefe, o Rei do Mundo, quem levam adiante agora a “evolução” do planeta às raças por meio de uma sinistra organização chamada Sinarquia.
Para isso se encarna, em nome do Uno, em uma “raça eleita” para reinar sobre os espíritos hiperbóreos escravizados Essa é a raça hebréia. A saber, por um lado temos a Hierarquia Oculta de Chang Shambala, com seus demônios: os Guias Traidores e seu chefe, o Rei do Mundo, quem levam adiante agora a “evolução” do planeta às raças por meio de uma sinistra organização chamada Sinarquia.
parte, temos a raça hebréia que não é senão a manifestação de Sanat
Kumara na Terra para ocupar o máximo escalão da Sinarquia, em nome do Uno. Os
mesmos hebreus em sua Cabala estudam que “Israel é um dos 10 sefirot”, o
sephirah Malkut, ou seja, uma das emanações do Uno.
Finalmente,
Jehová é o nome cabalístico do Uno que Sanat Kumara representa na Terra e é,
como disse no início dessa agradável conversa, o ÚLTIMO NOME HISTÓRICO que
conhecemos dEle. Por isso nós, OS ANTIGOS SERES HIPERBÓREOS que ainda
permanecemos aprisionados neste mundo demoníaco, devemos ter bem claro que o
inimigo é Jehová-Satanás, o Demiurgo deste mundo”.
O Führer
continuava entusiasmado seu largo monólogo ainda que já se passasse uma hora e
chovia sobre nós os olhares curiosos de muita gente eu desejava sentar-se à
mesa, ninguém na Alemanha teria sido capaz de interrompê-lo por um motivo tão
prosaico como um jantar. Eu, por minha parte, desejava continuar ouvindo as
incríveis revelações do Führer e por isso, quando me perguntou se o havia
compreendido, não vacilei em apresentá-lo minhas dúvidas:
- Tem algo que
agora me preocupa, disse imediatamente – Tudo quanto disse meu Führer, sobre o
Demiurgo ou Uno compreendo perfeitamente e o aceito, mas não posso deixar de
perguntar-me: Quem é então Deus, o VERDADEIRO DEUS? Ou...?
- “Essa é uma
pergunta que você não deve se fazer, - afirmou categoricamente o Führer – Não
enquanto sua mente está sujeita à lógica racional, pois somente conseguirá
chegar a paradoxos irredutíveis. Mas é evidente que a dúvida já está germinada
em você e que seguirá meditando nisso. Darei então uma resposta provisória:
Deus é incognoscível para todo aquele que não tenha conquistado o Vril. Tenha
sempre em mente esta verdade, jovem Kurt: da miserável condição de escravo de
Jehová-Satanás não é possível CONHECER a Deus, pois Ele é absolutamente
transcendente.
É necessário percorrer um largo caminho de purificação sanguínea para saber algo sobre Deus, sobre o “verdadeiro Deus”, como você bem o disse. A maioria das grandes religiões ao falar de Deus, se refere ao Demiurgo o Uno. Isto porque as raças que povoam o mundo atualmente, têm sido “trabalhadas” pelos Demônios de Shambala, implantando-lhes idéias sinárquicas na MEMÓRIA GENÉTICA de seus membros, para poder dirigi-las até o grande arquétipo coletivo que se chama Manú.
Assim, percebendo a realidade por trás de um véu de engano, se chega a essas concepções panteístas, monistas ou trinitárias, que somente são aparências do Uno, o Demiurgo, ordenador da matéria.
É necessário percorrer um largo caminho de purificação sanguínea para saber algo sobre Deus, sobre o “verdadeiro Deus”, como você bem o disse. A maioria das grandes religiões ao falar de Deus, se refere ao Demiurgo o Uno. Isto porque as raças que povoam o mundo atualmente, têm sido “trabalhadas” pelos Demônios de Shambala, implantando-lhes idéias sinárquicas na MEMÓRIA GENÉTICA de seus membros, para poder dirigi-las até o grande arquétipo coletivo que se chama Manú.
Assim, percebendo a realidade por trás de um véu de engano, se chega a essas concepções panteístas, monistas ou trinitárias, que somente são aparências do Uno, o Demiurgo, ordenador da matéria.
Veja
o que ocorre com o conceito de Deus que possuem os distintos povos integrantes
da antiga família de línguas indo-germânicas: quase todos os nomes derivam das
mesmas palavras e é seguro que estas designam num passado remoto a um Deus
“criador de tudo existente”, ou seja, ao Demiurgo, o Uno.
Em sânscrito teremos a palavra “Dyans pitar” que nos Vedas se utilizam para nomear ao “pai que está nos céus”. Dyans é a raiz que em grego produz Zeus e Theos, com sentido similar ao sânscrito, e que passa a ser em latim Ju-piter, Deus pater ou jovis. Os antigos germanos se referiam igualmente a Zin – tyr ou a Tiwas como ao Deus “criador” do existente, palavras que também provém do sânscrito.
Em sânscrito teremos a palavra “Dyans pitar” que nos Vedas se utilizam para nomear ao “pai que está nos céus”. Dyans é a raiz que em grego produz Zeus e Theos, com sentido similar ao sânscrito, e que passa a ser em latim Ju-piter, Deus pater ou jovis. Os antigos germanos se referiam igualmente a Zin – tyr ou a Tiwas como ao Deus “criador” do existente, palavras que também provém do sânscrito.
Igual etimologia
possui palavras que designam a Deus nas famílias de línguas turcas ou semitas.
Nesta última família, de importante relação com o hebreu, encontramos “O” como
uma antiga denominação do Demiurgo em sua representação planetária “O forte”.
Na Babilônia,
Fenícia e Palestina, adorava-se a Él, Il, Enlil, nomes que os árabes
transformaram em IL ah ou Alah, etc. Não estranhe, jovem Kurt, esta unidade
etimológica, pois o alarmante é a “unidade de conceito” que se descobre por
trás das palavras mencionadas, já que em todas as religiões e filosofias sempre
se chega a duas das três idéias de Deus aparentemente irredutíveis, mas que na
realidade se referem a distintos aspectos do Demiurgo. “Tal a preferência por
um “Deus panteísta e imanente”: o Uno, ou “transcendente”, mas “criador dos
céus e da terra”, Jehová-Satanás, Júpiter, Zeus, Brahma, etc.”.
O Führer me
olhava agora com os olhos brilhantes e eu adivinhei que suas próximas palavras
teriam conteúdo realmente importante:
- “Houve uma
guerra, jovem Kurt. Uma guerra espantosa da qual o Mahabarata guarda talvez uma
recordação distorcida. Tal guerra envolveu VÁRIOS CÉUS em seu teatro de
operações e produziu como sua expressão mais externa, o que se costuma chamar
“o desaparecimento da Atlântida”. Mas ninguém conhece a fundo a que se refere
quando se fala de “Atlântida”, já que não se trata somente de “um continente
afundado”.
Tal guerra leva já mais de um milhão de anos neste plano físico, durante os quais têm sido várias as Atlântidas físicas, continentais, que se tem desaparecido. E agora, no nosso século XX, podemos dizer que novamente se prestarão a “afundar a Atlântida”. Mas deixemos este mistério por hora, pois terá que voltar sobre isso durante seus estudos. Para concluir esta conversa, lhe direi uma última coisa, jovem Kurt. Saiba você que nesta guerra cósmica, na qual se combate pela libertação dos espíritos cativos, pela mutação coletiva da raça, contra a Sinarquia e contra Jehová-Satanás, o Terceiro Reich tem comprometido todo seu potencial espiritual, biológico e material”.
Tal guerra leva já mais de um milhão de anos neste plano físico, durante os quais têm sido várias as Atlântidas físicas, continentais, que se tem desaparecido. E agora, no nosso século XX, podemos dizer que novamente se prestarão a “afundar a Atlântida”. Mas deixemos este mistério por hora, pois terá que voltar sobre isso durante seus estudos. Para concluir esta conversa, lhe direi uma última coisa, jovem Kurt. Saiba você que nesta guerra cósmica, na qual se combate pela libertação dos espíritos cativos, pela mutação coletiva da raça, contra a Sinarquia e contra Jehová-Satanás, o Terceiro Reich tem comprometido todo seu potencial espiritual, biológico e material”.
Com essas
terríveis palavras o Führer pareceu dar por terminada sua explicação. Olhei ao
meu redor e comprovei que meu pai, Rosenberg e Hess ainda continuavam a meu lado.
Um
jovem elegante indicou ao Führer que quando disposto poderia passar ao saguão
interior para o jantar. Eram onze da noite. O Führer e Rosenberg se despediram
de nós e foram reunir-se com Goering e com o Dr. Goebbles na cabeceira da mesa.
Rudolph Hess convidou meu pai e a mim a tomarmos nossos lugares para a ceia,
mas não havia me sentido bem com esta longa explicação do Führer e receando ser
ofensivo, decidi falar francamente com ambos...”
Gostou?

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