sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Tudo é uma questão de perspectiva.






Tudo é uma questão de perspectiva.

Uma breve história...

…VIII – A cerimônia de final de curso se realizava junto com outras escolas, num grande festival com desfiles de multidões da Juventude Hitlerista, que culminavam no Estádio de Berlim. Ali a alta cúpula do Terceiro Reich, encabeçada pelo Führer, estabelecia um contato direto com a Juventude por meio de discursos e proclamas.

Meu pai veio do Egito especialmente para assistir a graduação, sendo convidado por Rudolph Hess para ir a uma festa celebrada esta noite na Chancelaria. Seria esta, a meu ver, a oportunidade esperada para esclarecer muitas incógnitas.

Às 10 em ponto da noite subimos as escadas de mármore da Wilhemstrasse 77. Meu pai, elegantemente vestido, e eu, com o uniforme das Hitlerjungen, não destoávamos entre os numerosos convidados que já chegavam ao Grande Salão da Águia, formando burburinhos rumorosos de vozes e risos. Atravessamos o salão em direção ao gigantesco interior de mármore entalhado, buscando a Rudolph Hess, enquanto sobre nossas cabeças um candelabro de dimensões colossais derramava torrentes de luzes, suavemente A-mortizada por milhares de pingentes de cristal Baccarat.

Nunca havia visto tanta gente distinta e importante juntas. Estavam ali todos os líderes da Nova Alemanha: Dr. Goebbels, Mariscal Goering, Reichführer Himmler, Julius Streicher,… Em um canto separado distinguimos um grupo formado por Rosenberg, Rudolph Hess e Adolf Hitler. Meu pai, temendo interromper uma conversa reservada, me indicou que aguardássemos a uns passos de distancia, enquanto bebíamos uma taça de champagne que solícitos garçons nos haviam servido.

Logo Rudolph Hess reparou em nós e depois de trocar uma palavra com o Führer, aproximou-se sorridente:
- Como estão Reynald, Kurt? – disse – Venham, que lhes apresentarei ao Führer. 

Era a primeira vez que me aproximaria de Adolf Hitler, honra pouco freqüente para um estudante estrangeiro, e ainda que viesse preparado, sabendo que o Führer estaria na festa, não me havia ocorrido que seríamos apresentados.

- Adolf, o Barão Reynald Von Sübermann – disse Rudolph.
O Führer saudou meu pai dando-lhe a mão efusivamente, sem pronunciar palavra.

- Mein patekind Kurt Von Sübermann - continuou Rudolph –recentemente regressado de NAPOLA, piloto e soldado poliglota, futuro OSTENFÜHRER das WAFFEN - SS. 
Não pude evitar corar-me pela elogiosa apresentação de meu taufpate Hess.

O Führer estendeu a mão enquanto me cravava um olhar gelado nos olhos. Senti uma corrente elétrica que corria pela coluna vértebra,l ao mesmo tempo uma espécie de vazio estomacal quase na altura do umbigo. Foi uma sensação de um instante, mas de um efeito terrível. 

Aquele olhar e o contato com a mão do Führer tiveram um efeito como de um agente ácido num cubo de gelo, descompondo e dissolvendo meu estado de ânimo. Foi um instante, repito, um só instante no qual me senti explorado por dentro.

Já refeito, observei com surpresa que - algo inusitado nele - um sorriso enigmático se debruçava no rosto do Führer.
- Do Egito, é? – disse Hitler – Adoro o Egito, terra maravilhosa que fascinou a Napoleão e que produziu um camarada valoroso como Rudolph. 

Rosenberg, que a tudo isso já havia sido apresentado, observava a cena com expressão divertida.

- Ao vê-lo, jovem Kurt – continuou Hitler – verifico que não é mera causalidade de Rudolph. Egito é realmente um “Centro de Força Espiritual”; o enigma da Esfinge ainda está em vigência. Vocês são a prova – nos tomou, a Rudolph Hess e a mim, um em cada braço - de que uma Ordem Superior guia o destino da Alemanha. Dos germano-egípcios, que tem respirado os eflúvios gnósticos de Alexandria e do Cairo, conduzidos pelos Superiores Desconhecidos até aqui para pôr vossa grande capacidade espiritual a serviço da causa Nacional Socialista. 

Ao vê-los - seguiu dizendo o Führer - compreendo o sagrado que é a tarefa que temos tomado sobre nossos ombros ao fundar o Reich de Mil Anos. Nossa causa não é somente o melhor ideal pelo qual pode viver ou morrer um germano, é também a causa da liberdade da humanidade, da luta por salvar o mundo das forças obscuras, do combate final contra os elementalwesen (seres elementais demoníacos)...

Rosenberg e meu pai assentiam com a cabeça a cada afirmação do Führer, que continuava vertendo conceitos místicos sem permitir que nada interrompesse seu monólogo. Distraí-me pensando no estranho poder que havia experimentado ao Führer. Uma poderosa Força emanava de Hitler, não sabia se voluntária ou espontaneamente, e me perguntava se este carisma não havia sido adquirido por meio de alguma técnica secreta, de algum conhecimento oculto ao que uns poucos privilegiados tinham acesso.

- .....então, diga-me jovem Kurt, quem são definitivamente os inimigos da Alemanha? Contra que combatemos? – perguntava Hitler dirigindo-se a mim.

Reagi ante a inesperada pergunta com o desespero de haver me distraído de uma parte da conversa. Três pares de olhos, de Rosenberg, Hess e de meu pai estavam postos em mim esperando a resposta. No entanto o que havia conseguido escutar era suficiente para mim, pois a resposta brotou do fundo de meu inconsciente.

- O inimigo é um só – disse categoricamente – é JEHOVÁ-SATANÁS. Contestei intuitivamente, e de maneira tão firme que não cabiam retificações. Vi meu pai, que ficou instantaneamente lívido, e aos outros, e vi a surpresa retratada em todos os rostos.

- Muito bem, jovem Kurt, muito bem - dizia Hitler com uma expressão de intensa alegria – Você deu a melhor resposta. Poderia ter identificado como nossos mais terríveis inimigos a judaico-maçonaria, o judaico-marxismo, ao sionismo, etc. Mas estes nomes somente representam aspectos diferentes de uma mesma realidade, diferentes faces de um mesmo e feroz inimigo: YAHWEH-SATANÁS, o Demiurgo deste mundo. Somente um iniciado, um iluminado como você ou Rudolph poderiam dar uma resposta tão precisa. Não é verdade, Alfred?

Rosenberg sorria complacente.

- O felicito, jovem Von Sübermann - disse Alfred Rosenberg- você é uma pessoa de claros conceitos!
Evidente que eu estava completamente aturdido pelo que havia ocorrido. De improviso nessa reunião com aquelas notáveis pessoas, descobrira que possuía como uma “Voz Interior”, um órgão misterioso que me permitia “escutar” as respostas a perguntas formuladas concretamente. E estas respostas eram corretas! Nunca havia experimentado algo assim e somente poderia relacionar esta súbita iluminação à presença do Führer. E que com seu estranho magnetismo me havia “despertado” o “ouvido interior”.
Adolf Hitler voltou a tomar a palavra:

-"Pessoas não compenetradas na FILOSOFIA OCULTA do nacional socialismo, comentem erros grosseiros ao julgar muitas de nossas afirmações, crendo ver na mesma superficialidade estúpida, quando geralmente se tratam de idéias sintéticas, SLOGANS, extraídos de profundos sistemas de pensamento. Por exemplo, diante a afirmação do jovem Kurt de que “o inimigo é Jehová-Satanás”, que é uma idéia sintética de profundo conteúdo filosófico, muitas mentes ignorantes se veriam tentada a supor que tal conceito foi arrancado de um grosseiro anti-semitismo. Alegariam argumentos elementais como: 

- “Jehová” é o Deus de Israel, um Deus de raça, um entre tantos deuses étnicos; é, pois exagero tomá-lo por único Deus ou Demiurgo (objeção, esta sim, anti-semita). Ou este outro: - Jehová é o Deus de Israel, mas, por seu caráter monoteísta, é o único Deus, então por que o identificá-lo como o Demiurgo? È por uma crença herética do tipo GNÓSTICA? (interrogam os que crêem que ser “cristãos” implica a adoração de Jehová e que rejeitá-lo significa “heresia anticristã”). 

Outro argumento banal é: - Se temos de rejeitar ao Demiurgo considerando sua obra material como essencialmente “má”, por que identificá-lo somente com o Jehová judeu, havendo centenas de denominações alternativas na mitologia etnológica e em panteões religiosos de todos os povos da terra? (Pergunta que somente pode fazer quem ignora totalmente o que significa Israel na História do Ocidente e qual é o segredo da dinâmica racial judia).

Objeções como essas, oporiam nossos críticos ao ouvir falar de Jehová-Sanatás como “o inimigo contra o qual combatemos” e, por conseguinte, lhes surpreenderia a palavra “satanás” associada à Jehová, questão que, sem dúvida, lhes arrancaria irônicas conclusões.

Pois bem, tais argumentos repousam em uma circunstância comum: a ignorância de quem as formulam! Claro que nós SABEMOS que o Demiurgo recebeu outros nomes ao largo da História. Mas se escolhemos, entre ele, o de Jehová é porque se trata do ÚLTIMO NOME com o qual ele se autodenominou. E com tal nome o chama ainda seu “povo eleito”, Israel, o qual não é outra coisa que um desdobramento psíquico do mesmo Jehová-Satanás”. 

Estas palavras do Führer me surpreenderam vivamente por suas implicações metafísicas. Os judeus não constituíam uma raça como as demais, composta por INDIVÍDUOS?... era uma teoria perturbadora que acabara de ouvir. 

-“Surpreso, jovem Kurt?” – perguntou o Führer que sem dúvida percebeu de imediato minha perturbação. Mas não me deu tempo de responder e continuou sua explicação: 

- “Pois ainda não ouviu nada. Israel é um “chakra” da Terra, uma manifestação psíquica COLETIVA do Demiurgo Jehová e por isso nós afirmamos que o judeu NÃO EXISTE como indivíduo; que não é um homem como o resto que compõe o gênero humano. 

Mas a manifestação de Jehová em uma raça eleita é um sucesso mais ou menos recente, de poucos milhares de anos, e a Ordenação da Matéria ou “criação” data de milhões de anos atrás. Por isso, pela “novidade” que representa o nome Jehová comparado com outros nomes do Demiurgo, que empregavam povos mais antigos e culturalmente mais importantes na História, e pela antiguidade geológica do Universo, é que parece EXCESSIVO designar o nome “Jehová” a um Deus cósmico. Mas trata-se somente de uma aparência. 

Aqui há que se imaginar um Demiurgo Primordial ao que podemos comodamente denominar O UNO, tal como faziam os estóicos. Este é quem ordena o caos e se difunde panteísticamente em todo o Universo (é também o Brahma hindu ou o Alá árabe, etc., tomadas estas denominações em sua acepção religiosa exotérica).

Mas o Plano Cósmico de alguma maneira que chamamos a IDÉIA DO UNIVERSO MATERIAL se assenta no SONHO do Demiurgo, um estado de quietude que, sem dúvida, dinamiza o cosmo, como o “Deus motor imóvel” de Aristóteles nesse Grande Dia de Manifestação que se denomina também, Grande Manvantara. Mas para que tudo “funcione” sem que se requeira a intervenção do Uno, “que DORME enquanto tudo vive NELE”, é necessário dispor de um “sistema automático de correção”. Este é o papel que cumprem as chamadas HIERARQUIAS CÓSMICAS, miríades de “entidades conscientes” EMANADAS pelo Uno para que mantenham o impulso dado ao Universo e levem adiante Seu Plano. O primeiro passo da “emanação” são as MÔNADAS, átomos arquetípicos que fundamentam toda a estrutura cósmica e fazem às vezes de MATRIZ do Plano do Uno.

Estas "entidades conscientes", anjos, devas, logos galácticos, espíritos planetários, etc., NÃO SÃO SERES INDIVIDUAIS senão que formam parte do mesmo Uno e possuem mera APARÊNCIA DE EXISTIR devido aos graus de liberdade de que estão dotados durante o manvantara. 

O recurso para lograr tal ilusão é a extrema mecanicidade da realidade material fundadas em LEIS EVOLUTIVAS, que mantém o movimento progressivo da matéria e a energia na exata consecução do Plano do Uno.

Tais leis evolutivas são CONSERVADAS pelas “entidades conscientes”, já mencionadas, e DIRIGIDAS NO SENTIDO DO PLANO. Assim podemos distinguir, por exemplo, o “logo solar”, ou seja, “entidades conscientes” capazes de “criar” um sistema solar segundo o Plano do Uno, mas que na realidade são DESDOBRAMENTOS TEMPORAIS do Uno. 

O mesmo se pode dizer do “logos galáctico” ou “espíritos planetários” e até dos simples anjos ou devas: nenhum deles existe como tal, ainda que “evoluam” sujeitos às leis universais. O importante aqui é compreender que todo espetáculo grandioso que estamos recriando é PURA ILUSÃO, uma concepção metapsíquica de características universais idealizadas pelo Uno para sua íntima contemplação. 

Porque na verdade todo “o existente” desaparece finalmente, quando sobrevirá o Grande Prayala, a Noite de Brahma, em que tudo se confunde novamente nEle, logo de uma monstruosa fagocitação.

Mas dissemos que o Universo é regido por leis evolutivas. Tais leis, que determinam o universo material, de acordo a uma verdadeira “arquitetura celeste”, como bem dizem os satânicos maçons, promovem a existência de distintos graus de espaço ou “céus” em que está constituída a realidade. 

Assim com há vários “céus” (cinco?..., sete?..., nove?...) há “reinos da natureza (três?..., cinco?... sete?...) ou “planetas” ( cinco?..., sete?..., nove?..., doze?...) ou “raças raízes” (três?..., cinco?..., sete?..). Estes aspectos enganosos formam parte do Plano do Uno e os demônios, encarregados de levar adiante tal Plano, conformam uma ORDEM HIERÁRQUICA PRECISA, baseada na famosa “lei de evolução” que rege os céus – todos os CÉUS, desde os atômicos, químicos ou biológicos até os cósmicos - nos que “evoluem” cada mônada segundo os arquétipos de cada céu. É a famosa “lei da causa e efeito” que ensina a Sinarquia e que as religiões védicas da Índia chamam de Karma e Dhrama, mas que convém sintetizar como “lei da evolução”. Esta lei DIRIGE o caminho da mônada de “ida e volta”, a qual toma vários “corpos” em distintos céus aos que descem para “evoluírem”. 

Tal “caminho” pode ser representado como a serpente que morde a própria cauda ou “ourobourus”. Por isso que jamais se alcança a famosa INDIVIDUAÇÃO MONÁDICA, pois isso significaria uma autêntica mutilação da substância do Uno e antes que tal coisa aconteça, já estará todo o Universo em Seu Santo Bucho”. 

Eu me debatia interiormente frente a sentimentos desencontrados. Por uma parte me horrorizava a teoria que ouvia, já conhecida por havê-la estudado em Napola, mas dotada agora de um impressionante sentido de realidade ao ser exposto veementemente com a eloqüência irresistível do Führer. 

E por outra parte me sentia pleno pela honra de receber dos lábios de Hitler, uma explicação pessoal, terrivelmente extensa e curiosamente fora de lugar em uma festa mundana da Chancelaria. De qualquer maneira minha atitude exterior era de atenção respeitosa a cada uma de suas palavras, pois não queria votar a me distrair.

- “Suponho que já conheça essa teoria teosófica que a Sinarquia ensina em suas seitas maçônicas ou rosacruzes, e que se sinta ESPANTADO frente a uma concepção determinista em que não há um lugar PREVISTO para a existência individual ETERNA, ou seja, além dos prayalas e manvantaras. E justamente esse espanto, esse grito de rebelião que você DEVE PERCEBER brotando de seu sangue puro, constitui uma exceção a todas as regras da mecânica determinista do Uno, porque fala de OUTRA REALIDADE alheia a seu universo material. 

Como pode ser isso se temos dito que tudo quanto existe no cosmo, tem sido pensado e feito por Ele, de acordo com seu Plano e por intermédio de suas hierarquias cósmicas e planetárias? Pois bem jovem Kurt, o direi brevemente: porque uma parte da humanidade, a qual nós pertencemos, possui um elemento que NÃO PERTENCE À ORDEM MATERIAL e que não pode ser determinado pela Lei de Evolução do Demiurgo. Esse elemento se chama Espírito ou Vril, se encontra presente em ALGUNS HOMENS como POSSIBILIDADE DE ETERNIDADE. Sabemos dele pela MEMÓRIA DE SANGUE, mas se não formos capazes de nos libertarmos dos laços que nos atam na ilusória realidade do Demiurgo e retomarmos o caminho de retorno à Origem, não EXISTIREMOS realmente como indivíduos eternos. Você poderá me perguntar como numa Ordem Fechada como estas que têm descrito podem coexistir ELEMENTOS ESPIRITUAIS alienados a ele e porque, se não podem ser determinados pelas leis da matéria e da energia, permanecem sujeitos ao Universo do Uno. 

Este é um grande mistério. Mas você pode considerar como hipótese que, por UMA RAZÃO QUE IGNORAMOS, mas podemos supor ser UMA ORDEM de um Ser infinitamente superior ao Demiurgo, ou UMA NEGLIGÊNCIA incompreensível, ou UM ENGANO colossal, alguma vez tenham ingressado ao Universo material, uma miríade de seres pertencentes a uma raça espiritual que chamamos HIPERBÓREA.

Suponhamos que tais seres penetraram no sistema solar por uma “porta” aberta em outro planeta, por exemplo, Vênus, e que já aqui, a mercê de um ardil, uma parte de seus Guias Hiperbóreos os tivessem aprisionado à lei da evolução. Este aprisionamento, já o dissemos, NÃO PODE SER REAL mas, sem dúvida, os Guias Traidores tratam de CONFUNDIR aos espíritos imortais escorando-os à matéria. 

Para que tudo isso? Outro mistério. Mas o certo, o efetivo é que, a partir da chegada de tais Guias ao sistema solar, se opera uma mutação coletiva EM TODA GALÁXIA que MODIFICA o Plano do Uno. Esta modificação está edificada na Traição dos Guias e na queda dos seres imortais. Para que você veja claramente, jovem Kurt, lhe direi que aqui, na Terra, existia um ser humano primitivo que “evoluía” seguindo as leis das “cadeias planetárias” e dos “reinos da natureza”.

Esta evolução era lentíssima e perseguia a adaptação final a um arquétipo racial absolutamente animal, dotado de uma mente racional, estruturada logicamente pelas funções cerebrais e possuidor de uma “alma” conformada por energia de outros planos materiais mais sutis. Este “homem” é o que encontraram, ainda em uma etapa primitiva de seu desenvolvimento, Os Guias Traidores ao chegar à Terra há milhões de anos. Então, mediante um engenhoso sistema chamado Chang Shambala que você terá a oportunidade de estudar em nossa Ordem, eles decidiram modificar a raça humana, aprisionando os espíritos imortais aos seres humanos ilusórios e materiais da Terra.

A partir desse momento existem três classes de homem, os animais-homens primitivos ou PASÚ, os semi-divinos ou VIRYAS a quem lhes endossou um Espírito e os Divinos Hiperbóreos ou Siddhas, que são todos aqueles que lograram RETORNAR À ORIGEM e escapar do Grande Engano. Também são conhecidos por Siddhas Leais uma parte dos Guias, aqueles que NÃO TRAÍRAM e que, encabeçados por Cristo-Lúcifer, intentam SALVAR aos viryas mediante a redenção hiperbórea do sangue puro, que consiste em despertar a memória primogênita da própria divindade perdida. Estes são os Senhores de Agartha... Mas nos afastamos um pouco de nosso tema principal que versava sobre Jehová-Satanás, o inimigo contra o qual combatemos para ganhar o direito de regressas à Origem Dourada. Prontamente se fará clara esta questão, jovem Kurt, pois você lembra que o Uno delegava em certas “entidades conscientes” a excussão de Seu Plano, podendo agora agregar que o sistema solar tem sido construído por uma de tais “consciências” que chamamos de Logos Solar, secundada por Devas de menor hierarquia que OCUPAM determinados postos na mecânica do sistema. Na Terra, uma “entidade planetária” infundia vida ao planeta e impulsionava a “evolução” dos reinos da natureza de acordo ao Plano Solar, inserido no Plano Cósmico do Uno. Evidentemente, trata-se de emanações do Uno enlaçadas hierarquicamente: o Uno Logos Galáctico Logos Solar anjo planetário alma coletiva ou grupal, etc. – Quem é o Deus aqui? Segundo o nível de consciência e as pautas culturais e religiosas dos homens, podem ser qualquer uma de tais “entidades conscientes”, mas sempre se trata do Uno. Se dissermos que Deus é o Sol ou se concebermos um Deus “criador” de todo o Universo, estamos falando do Uno. Igualmente se cremos que Deus é a “natureza” ou a “via Láctea” ou a Terra. As diferentes cosmologias gnosiológicas que se apresentam aos homens em suas distintas etapas de “evolução” para conceber o mundo, não invalidam o fato de que sempre se alude indiretamente ao Uno quando se fala de Deus.

Mas regressemos à Terra. Quando os Guias Traidores chegam à Terra se instalam em um “centro” ao qual denominam Shambala, ou Deyung, e fundam o que se denomina Grande Fraternidade Branca ou Hierarquia Oculta da Terra. Não é um lugar localizável fisicamente sobre a superfície terrestre, questão sobre a qual você deverá aprender mais adiante, senão que se ache situado em uma dobra topológica do espaço. Mas o que interessa aqui é destacar que o chefe dos Guias Traidores se auto intitula Rei do Mundo, passando a ocupar o lugar de um dos doze Kumaras do sistema solar. O que é um Kumara? Um anjo planetário, uma dessas “entidades conscientes” aprisionadas pelo Uno que conformam a “idéia de um planeta”. É aqui que se deve localizar a chave do nome Jehová e de sua “raça eleita”. Porque o espírito planetário se chamava Kumat Sanat, quem logo da constituição de Shambala e da vinda do Rei do Mundo, decide atuar como REGENTE do Uno na execução de seu Plano, agora modificado. 

Para isso se encarna, em nome do Uno, em uma “raça eleita” para reinar sobre os espíritos hiperbóreos escravizados Essa é a raça hebréia. A saber, por um lado temos a Hierarquia Oculta de Chang Shambala, com seus demônios: os Guias Traidores e seu chefe, o Rei do Mundo, quem levam adiante agora a “evolução” do planeta às raças por meio de uma sinistra organização chamada Sinarquia. 

parte, temos a raça hebréia que não é senão a manifestação de Sanat Kumara na Terra para ocupar o máximo escalão da Sinarquia, em nome do Uno. Os mesmos hebreus em sua Cabala estudam que “Israel é um dos 10 sefirot”, o sephirah Malkut, ou seja, uma das emanações do Uno. 

Finalmente, Jehová é o nome cabalístico do Uno que Sanat Kumara representa na Terra e é, como disse no início dessa agradável conversa, o ÚLTIMO NOME HISTÓRICO que conhecemos dEle. Por isso nós, OS ANTIGOS SERES HIPERBÓREOS que ainda permanecemos aprisionados neste mundo demoníaco, devemos ter bem claro que o inimigo é Jehová-Satanás, o Demiurgo deste mundo”.

O Führer continuava entusiasmado seu largo monólogo ainda que já se passasse uma hora e chovia sobre nós os olhares curiosos de muita gente eu desejava sentar-se à mesa, ninguém na Alemanha teria sido capaz de interrompê-lo por um motivo tão prosaico como um jantar. Eu, por minha parte, desejava continuar ouvindo as incríveis revelações do Führer e por isso, quando me perguntou se o havia compreendido, não vacilei em apresentá-lo minhas dúvidas:

- Tem algo que agora me preocupa, disse imediatamente – Tudo quanto disse meu Führer, sobre o Demiurgo ou Uno compreendo perfeitamente e o aceito, mas não posso deixar de perguntar-me: Quem é então Deus, o VERDADEIRO DEUS? Ou...?

- “Essa é uma pergunta que você não deve se fazer, - afirmou categoricamente o Führer – Não enquanto sua mente está sujeita à lógica racional, pois somente conseguirá chegar a paradoxos irredutíveis. Mas é evidente que a dúvida já está germinada em você e que seguirá meditando nisso. Darei então uma resposta provisória: Deus é incognoscível para todo aquele que não tenha conquistado o Vril. Tenha sempre em mente esta verdade, jovem Kurt: da miserável condição de escravo de Jehová-Satanás não é possível CONHECER a Deus, pois Ele é absolutamente transcendente.

É necessário percorrer um largo caminho de purificação sanguínea para saber algo sobre Deus, sobre o “verdadeiro Deus”, como você bem o disse. A maioria das grandes religiões ao falar de Deus, se refere ao Demiurgo o Uno. Isto porque as raças que povoam o mundo atualmente, têm sido “trabalhadas” pelos Demônios de Shambala, implantando-lhes idéias sinárquicas na MEMÓRIA GENÉTICA de seus membros, para poder dirigi-las até o grande arquétipo coletivo que se chama Manú. 

Assim, percebendo a realidade por trás de um véu de engano, se chega a essas concepções panteístas, monistas ou trinitárias, que somente são aparências do Uno, o Demiurgo, ordenador da matéria.

Veja o que ocorre com o conceito de Deus que possuem os distintos povos integrantes da antiga família de línguas indo-germânicas: quase todos os nomes derivam das mesmas palavras e é seguro que estas designam num passado remoto a um Deus “criador de tudo existente”, ou seja, ao Demiurgo, o Uno. 

Em sânscrito teremos a palavra “Dyans pitar” que nos Vedas se utilizam para nomear ao “pai que está nos céus”. Dyans é a raiz que em grego produz Zeus e Theos, com sentido similar ao sânscrito, e que passa a ser em latim Ju-piter, Deus pater ou jovis. Os antigos germanos se referiam igualmente a Zin – tyr ou a Tiwas como ao Deus “criador” do existente, palavras que também provém do sânscrito.

Igual etimologia possui palavras que designam a Deus nas famílias de línguas turcas ou semitas. Nesta última família, de importante relação com o hebreu, encontramos “O” como uma antiga denominação do Demiurgo em sua representação planetária “O forte”.

Na Babilônia, Fenícia e Palestina, adorava-se a Él, Il, Enlil, nomes que os árabes transformaram em IL ah ou Alah, etc. Não estranhe, jovem Kurt, esta unidade etimológica, pois o alarmante é a “unidade de conceito” que se descobre por trás das palavras mencionadas, já que em todas as religiões e filosofias sempre se chega a duas das três idéias de Deus aparentemente irredutíveis, mas que na realidade se referem a distintos aspectos do Demiurgo. “Tal a preferência por um “Deus panteísta e imanente”: o Uno, ou “transcendente”, mas “criador dos céus e da terra”, Jehová-Satanás, Júpiter, Zeus, Brahma, etc.”. 

O Führer me olhava agora com os olhos brilhantes e eu adivinhei que suas próximas palavras teriam conteúdo realmente importante:

- “Houve uma guerra, jovem Kurt. Uma guerra espantosa da qual o Mahabarata guarda talvez uma recordação distorcida. Tal guerra envolveu VÁRIOS CÉUS em seu teatro de operações e produziu como sua expressão mais externa, o que se costuma chamar “o desaparecimento da Atlântida”. Mas ninguém conhece a fundo a que se refere quando se fala de “Atlântida”, já que não se trata somente de “um continente afundado”. 

Tal guerra leva já mais de um milhão de anos neste plano físico, durante os quais têm sido várias as Atlântidas físicas, continentais, que se tem desaparecido. E agora, no nosso século XX, podemos dizer que novamente se prestarão a “afundar a Atlântida”. Mas deixemos este mistério por hora, pois terá que voltar sobre isso durante seus estudos. Para concluir esta conversa, lhe direi uma última coisa, jovem Kurt. Saiba você que nesta guerra cósmica, na qual se combate pela libertação dos espíritos cativos, pela mutação coletiva da raça, contra a Sinarquia e contra Jehová-Satanás, o Terceiro Reich tem comprometido todo seu potencial espiritual, biológico e material”.

Com essas terríveis palavras o Führer pareceu dar por terminada sua explicação. Olhei ao meu redor e comprovei que meu pai, Rosenberg e Hess ainda continuavam a meu lado.

Um jovem elegante indicou ao Führer que quando disposto poderia passar ao saguão interior para o jantar. Eram onze da noite. O Führer e Rosenberg se despediram de nós e foram reunir-se com Goering e com o Dr. Goebbles na cabeceira da mesa. Rudolph Hess convidou meu pai e a mim a tomarmos nossos lugares para a ceia, mas não havia me sentido bem com esta longa explicação do Führer e receando ser ofensivo, decidi falar francamente com ambos...”

Gostou?



domingo, 7 de setembro de 2014

Tudo está perdido? ...




Quando leio todos os dias e vejo as notícias do jornal, percebo que tudo está perdido. Pois, existe uma mídia que nos assola, e quando digo isso, me refiro aos milhões de pessoas que estão adormecidas acreditando que há um Estado que as protege, acreditando que tudo é feito e realizado para o seu próprio bem, ou para o bem comum. Ledo engano, o Estado judaico-cristão não está aí para cuidar do bem comum, está para atender à política, à cultura da escravidão. 

Leiam os protocolos dos sábios de sião. Leiam sobre o romance de Belicena Villca. A vigilância de cada um é o remédio contra a estupidez geral. Sei que é muito fácil dar aos outros o poder sobre as nossas vidas, talvez por preguiça, por comodismo até acabamos por fazer isso. Infelizmente estamos todos hipnotizados pela "cultura ocidental" que nada mais é do que a negação das nossas responsabilidades.

Então, pense.

E saia dessa "bolha" confortável. Só a tua atitude pode mudar alguma coisa, mas atitude não se compra no armazém, não se compra na farmácia. Basta alguns minutos e fazer alguma pergunta tipo " o que é impossível fazer hoje para mudar radicalmente o que fazemos?".




domingo, 31 de agosto de 2014

Belicena




Eu sei que muita gente poderosa de nosso país considera que todo oficial de polícia correto deve professar imprescindivelmente a “ideologia nacionalista”; e sei também que dita indefinível ideologia se opõe aos grandes internacionalismos tais como o marxismo, a maçonaria, o sionismo, as  corporações multinacionais, etc., e até a política externa das potências imperialistas. Na ideologia nacionalista é crença corrente que todas essas vastas organizações convergem numa cúpula de poder, situada em algum lugar do mundo, verdadeiro governo secreto que chamam “Sinarquia Internacional”.

A Sinarquia havia desenvolvido uma Estratégia cuja execução há de conduzir à formação de um Governo Mundial que reinaria sobre todas as nações da Terra. As diferenças e contradições que se observam entre as grandes corporações mencionadas seriam de caráter tático e puramente exteriores; nos vértices de poder todos coincidiriam e os esforços gerais estariam encaminhados a cumprir a Estratégia sinárquica.

Na ideologia nacionalista é dogma, desde quase um século, que a Sinarquia teria sido fundada pelos judeus com a pretensão de assegurar-se do domínio do Mundo e dar assim cumprimento a profecias emanadas da Bíblia e a mandamentos do Talmud. Por isso os nacionalistas que sustentam essas idéias acabam por odiar ardentemente os judeus.

Não me surpreendeu, então, a exclamação anti-semita do Oficial Maidana; mas, entendendo que se tratava de uma impressão apressada, tratei de fazer-lhe compreender que atribuir origem judia à arma homicida, só porque as medalhas tinham a forma da Estrela de Davi, era no mínimo arriscado: de fato, tal símbolo é utilizado também por outras religiões ou seitas como a Maçonaria, a Teosofia, os Rosacruzes, as Igrejas cristãs, etc. Ademais, lhe disse, estavam a romã e o trevo constituindo uma combinação estranha; e as descrições indecifráveis? E o cordão de cabelo tingido? Não. Não seria tão fácil qualificar o conjunto.

Ainda que pareça incrível, algo faltava na cela de Belicena Villca: a pasta com seus escritos. A polícia, ao se inteirar do conteúdo, e considerá-lo sem valor, descartou de imediato uma possível subtração e se negou terminantemente a vinculá-lo com o motivo do crime: antes tentaram persuadir-nos de que a pasta pudesse ter parado no incinerador do hospital, seja por acidente, seja por represália de alguma enfermeira cansada com o excessivo zelo exigido para cuidar da enferma.

domingo, 10 de agosto de 2014

Opinião





Eu já disse em outros comentários que a brutalidade do regime sionista não tem tamanho. A diplomacia, a ONU, já não servem mais para nada, podemos esquecer que existe um mundo civilizado, esse mundo já não existe mais se é que algum dia existiu. O que vale é o PODER do mais forte, de quem tem mais bombas, mais armas sofisticadas. 

E Is-ra-hell quer somente uma coisa ampliar o seu território e usar GAZA como isca. Is-ra-hell que ser atacado para mostra ao mundo o seu poderio bélico, eles já não aguentam mais ficar esperando, e aí sim dizer – fomos atacados e reagimos à altura. 

Enquanto isso a mídia ordinária fica se masturbando entre um ataque do Hamas e a reação sionista. Enquanto nós ficamos sem entender o porquê de tanta violência, como pode “um povo escolhido por deus” ser tão cruel? 

Podemos fazer milhões de protestos pelo mundo a fora, o papa pode rezar um milhão de pai-nossos, pode soltar um trilhão de pombinhas da paz. Nada mudará na agenda sionista. 

Os judeus-sionistas estão cagando e andando para tudo isso. Os sionistas, segundo informações têm em seus arsenais umas duzentas bombas atômicas, têm também o Império do Mal com suas forças militares com os idiotas americanos morrendo pelo mundo todo pela causa da Grande Is-ra-hell. 

Não bastasse isso os sionistas têm a máquina de pintar papel (dólar).  Essa maldita conspiração “cultural” contra os seres humanos já deve remontar uns cinco mil anos, não é de hoje, ou dos últimos séculos. 

Agora é chegado o ápice dessa agenda. Nessa guerra essencial estão todos, porém primeiro é preciso saber quem está contra nós, qual a estratégia que usam para nos dividir. Esses dois primeiros passos são muito importantes os outros virão pelo discernimento.

Pamplona