domingo, 31 de agosto de 2014

Belicena




Eu sei que muita gente poderosa de nosso país considera que todo oficial de polícia correto deve professar imprescindivelmente a “ideologia nacionalista”; e sei também que dita indefinível ideologia se opõe aos grandes internacionalismos tais como o marxismo, a maçonaria, o sionismo, as  corporações multinacionais, etc., e até a política externa das potências imperialistas. Na ideologia nacionalista é crença corrente que todas essas vastas organizações convergem numa cúpula de poder, situada em algum lugar do mundo, verdadeiro governo secreto que chamam “Sinarquia Internacional”.

A Sinarquia havia desenvolvido uma Estratégia cuja execução há de conduzir à formação de um Governo Mundial que reinaria sobre todas as nações da Terra. As diferenças e contradições que se observam entre as grandes corporações mencionadas seriam de caráter tático e puramente exteriores; nos vértices de poder todos coincidiriam e os esforços gerais estariam encaminhados a cumprir a Estratégia sinárquica.

Na ideologia nacionalista é dogma, desde quase um século, que a Sinarquia teria sido fundada pelos judeus com a pretensão de assegurar-se do domínio do Mundo e dar assim cumprimento a profecias emanadas da Bíblia e a mandamentos do Talmud. Por isso os nacionalistas que sustentam essas idéias acabam por odiar ardentemente os judeus.

Não me surpreendeu, então, a exclamação anti-semita do Oficial Maidana; mas, entendendo que se tratava de uma impressão apressada, tratei de fazer-lhe compreender que atribuir origem judia à arma homicida, só porque as medalhas tinham a forma da Estrela de Davi, era no mínimo arriscado: de fato, tal símbolo é utilizado também por outras religiões ou seitas como a Maçonaria, a Teosofia, os Rosacruzes, as Igrejas cristãs, etc. Ademais, lhe disse, estavam a romã e o trevo constituindo uma combinação estranha; e as descrições indecifráveis? E o cordão de cabelo tingido? Não. Não seria tão fácil qualificar o conjunto.

Ainda que pareça incrível, algo faltava na cela de Belicena Villca: a pasta com seus escritos. A polícia, ao se inteirar do conteúdo, e considerá-lo sem valor, descartou de imediato uma possível subtração e se negou terminantemente a vinculá-lo com o motivo do crime: antes tentaram persuadir-nos de que a pasta pudesse ter parado no incinerador do hospital, seja por acidente, seja por represália de alguma enfermeira cansada com o excessivo zelo exigido para cuidar da enferma.

domingo, 10 de agosto de 2014

Opinião





Eu já disse em outros comentários que a brutalidade do regime sionista não tem tamanho. A diplomacia, a ONU, já não servem mais para nada, podemos esquecer que existe um mundo civilizado, esse mundo já não existe mais se é que algum dia existiu. O que vale é o PODER do mais forte, de quem tem mais bombas, mais armas sofisticadas. 

E Is-ra-hell quer somente uma coisa ampliar o seu território e usar GAZA como isca. Is-ra-hell que ser atacado para mostra ao mundo o seu poderio bélico, eles já não aguentam mais ficar esperando, e aí sim dizer – fomos atacados e reagimos à altura. 

Enquanto isso a mídia ordinária fica se masturbando entre um ataque do Hamas e a reação sionista. Enquanto nós ficamos sem entender o porquê de tanta violência, como pode “um povo escolhido por deus” ser tão cruel? 

Podemos fazer milhões de protestos pelo mundo a fora, o papa pode rezar um milhão de pai-nossos, pode soltar um trilhão de pombinhas da paz. Nada mudará na agenda sionista. 

Os judeus-sionistas estão cagando e andando para tudo isso. Os sionistas, segundo informações têm em seus arsenais umas duzentas bombas atômicas, têm também o Império do Mal com suas forças militares com os idiotas americanos morrendo pelo mundo todo pela causa da Grande Is-ra-hell. 

Não bastasse isso os sionistas têm a máquina de pintar papel (dólar).  Essa maldita conspiração “cultural” contra os seres humanos já deve remontar uns cinco mil anos, não é de hoje, ou dos últimos séculos. 

Agora é chegado o ápice dessa agenda. Nessa guerra essencial estão todos, porém primeiro é preciso saber quem está contra nós, qual a estratégia que usam para nos dividir. Esses dois primeiros passos são muito importantes os outros virão pelo discernimento.

Pamplona